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maio 18, 2005
ESTÁ NA HORA DE ORGANIZAR O MOVIMENTO DO “NÃO” 2
Há um conjunto de blogues e de co-autores de blogues que são a favor do “não” à Constituição Europeia. Não têm as mesmas razões, nem os mesmos argumentos, mas o movimento do “não” tem que ser agregador, não sectário e ter fronteiras largas. A sugestão que faço é criar-se um blogue do “não” para que todos contribuam começando um debate organizado, mesmo que o façam duplicando aí as notas que originalmente publicam nos seus sítios. Para facilitar criei um blogue SÍTIO DO NÃO como sugestão. Não posso, no entanto, garantir aí mais do que colaboração, nunca a gestão solitária do sítio para que não tenho disponibilidade de tempo. Entregarei a casa e as chaves a quem queira seriamente tratar do assunto, ou encerrá-lo-ei caso apareça melhor iniciativa com o mesmo fim.
Publicado por JPP às maio 18, 2005 02:13 PM
Comentários
Porque não?
Estou razoavelmente convencido de que o TC é positivo porque simplifica, subsidiariza, avança...
Gostaria porém de conhecer melhor as razões do não, por isso sugiro que enumerem as respostas possíveis à pergunta que acima deixo.
Publicado por: ACarvalho às maio 18, 2005 02:21 PM
Porque não?
Porque sim? digo eu.
Voltarei mais tarde ao assunto.
Por agora deixo apenas o exemplo (curto, é certo) que ontem mesmo publiquei em
http://criticocritico.blogspot.com/
Publicado por: Crítico às maio 18, 2005 02:43 PM
eu hoje só alinho no blogue do sporting!!!
sou pelo sporting, quer ele ganhe, perca, jogue bem ou mal!!
essa razão que a própria razão desconhece, já é suficiente para encarar o resto de uma forma um pouco mais racional e objectiva: preferia pois em vez de um bloguedosim ou um bloguedonão, antes um bloguedadiscussão!!
Publicado por: Rogério Matos às maio 18, 2005 03:16 PM
Eu sou pelo «não», mas duvido de iniciativas comuns entre aqueles que recusam o Tratado por ser neoliberal e clerical e os que o recusam por não ser o suficiente de cada uma destas coisas.
Em Portugal, haverá dois «nãos» muito diferentes...
Publicado por: Ricardo Alves às maio 18, 2005 04:45 PM
Precisamente por existirem dois "nãos" diferentes é que é necessário disseminar ao máximo os argumentos do não. O não "de direita" arrisca-se a perder muitos votos, porque o não mais visível será o do PCP e o do BE.
Publicado por: NS às maio 18, 2005 04:59 PM
Até haverá mais do que dois "nãos" muito diferentes. Provavelmente serão pelo menos uns quatro, o que não deveria impossibilitar a salutar convergência dos interessados face ao objectivo imediato. Isto numa perspectiva de "realpolitik, evidentemente.
Parabéns pela iniciativa.
Publicado por: pedro guedes às maio 18, 2005 05:29 PM
Parabéns pela iniciativa!
O que falta não é acção, mas sim alguém que dirija e coordene essa acção. Um blogue "pelo Não" teria certamente pouca visibilidade, se não fosse fundado por alguém tão ilustre como o JPP!
É por isto que saúdo este blogue! Também eu estou do lado do "Não à Constituição".
E já que diz que terá dificuldades na gestão deste espaço, por que não disponibilizar um endereço para onde todos os visitantes pudessem enviar textos, artigos ou simplesmente a sua opinião sobre a Constituição? Era uma boa ideia que sempre lhe poupava trabalho...
Continue!
"Só unidos podemos fazer frente àqueles que ameaçam o Velho Continente!"
Publicado por: Viriato às maio 18, 2005 07:28 PM
Parabéns pela iniciativa. Trata-se, pelo menos, de um espaço para se discutir um assunto que, parece, não convém a muita gente que seja debatido.
Não sendo nada elaboradas, as razões que me levam a votar NÃO prendem-se essencialmente com a forma como esta contituição foi discutida e fabricada, isto é, quase uma imposição de um texto, ainda por cima fazendo tábua rasa da raiz da nossa formação. Depois, porque desconfio que facilitaria a entrada da Turquia, país que intrinsecamente não tem nada a ver com a Europa e seria a médio e longo prazo uma fonte de problemas. Quem quiser tapar os olhos que o faça e acredite em milagres. Por fim, tentarem referendá-la em simultâneo com as eleições autárquicas já revela uma certa má fé, tentando que surja um "SIM" por desfastio.
Espero que o debate de ideias que surgirá seja feito de forma elevada, evitando a boçalidade que se vê por alguma blogosfera
Publicado por: José Marques às maio 18, 2005 10:08 PM
O General Carlos Azeredo escreveu um artigo para o Jornal “ O Diabo” onde faz a defesa do não. È um texto que aconselho vivamente.
Eu sou pela Europa dos países não por um país chamado Europa.
Publicado por: Vitor Manuel às maio 18, 2005 11:15 PM
O General Carlos Azeredo, o Diabo, Pacheco Pereira, etc. para mim chega. Estava com dúvidas. Voto Sim. Não me identifico com o Diabo.
Publicado por: rui aguiar às maio 19, 2005 12:36 AM
Para mim, efectivamente, não chega. E é mesmo preciso dizer NÃO. Infelizmente, o mal deste país são os afortunados que não têm dúvidas ou que as resolvem aligeiradamente. Normalmente limitam-se a seguir o parceiro que vai à frente.
Publicado por: Absonante às maio 19, 2005 03:51 AM
A UE sempre foi um mito e uma ideia belíssima. Tem resultado e não pode parar. O avanço sempre se fez de rupturas e saltos em frentes - muitas vezes sobre abismos impossíveis, ou que diziam serem impossíveis - e defender que estamos a meter o carro à frente dos bois é esquecer que foi sempre isso que se fez em toda a história da UE. E que tem resultado. Por isso voto SIM apesar de algumas reticências ao texto.
Publicado por: DervixeRodopiante às maio 19, 2005 09:48 AM
Eu sou pelo Não e saúdo este blog, boa iniciativa que espero seja continua e agregadora dos diferentes nãos......desta vez a barricada será igual, o inimigo é o mesmo, eu pessoalmente sou inteiramente e intransigentemente contra a Europa.
http://saadyroots.blogspot.com/
Publicado por: Saady Roots às maio 19, 2005 11:44 AM
Independentemente das razões de cada um, seja pc, be ou quaisquer outros, o importante é o não.
Se cada um dos portugueses reflectir sobre o verdadeiro significado da constituição dita europeia, por certo dirá NÃO.
Publicado por: Ivo Almeida às maio 19, 2005 06:25 PM
O blogue como fórmula organizativa, correspondendo ao meu primeiro comentário? Por mim, está bem...
Ora, porque NAO? Basicamente, porque faço um balanço negativo de Maastricht e, para a economia portuguesa, pelo menos, da moeda única. Então vou dar o SIM ao SUPERMaastricht? Não faz sentido...
Gostava que fosse exequível uma federação, ou confederação, das Nações Europeias. Mas (no meu juízo) os "Ventos da História" sopram noutra direcção...
Há uma outra linha de argumentação, "reaccionária" (quero lá saber...) que vem a ser a da "lusitana antiga liberdade".
Sei que, tal como o Mundo se apresenta actualmente, esta linha de argumentação tem de ser bem sopesada e mesmo, nalgumas vertentes mais arcaizantes, relativizada. Mas o que fica de tudo isto é que acho que Portugal tem de ter as mãos livres, "prontos"!...
Publicado por: Vitor Correia às maio 19, 2005 06:40 PM
Não? Porquê? Se não fosse a Europa, que seria do interior deste País!? Os alfacinahs esquecem-se que o País não é só Lisboa, o Algarve e o Litoral! Se o não vencesse, toda a estrutura política estaria em causa! Até me custa ver JPP a defender o não!
Publicado por: António Azevedo às maio 19, 2005 07:25 PM
Sim ou não? «Nim». Contra as razões do PCP e do BE, mas dificilmente defensor de um sim a todo o custo, prevejo bem que se esse custo se pagar *à conta daquilo em que acredito - a participação democrática na discussão - se possa transformam num não.
Porque sim e porque não? Se os responsáveis não responderem, a abstenção não será suficiente porque será invocada uma legitimidade qualquer que seja a participção e o número de abstencionista. Se não explicarem, então porque não podemos dizer não?
Publicado por: João Carlos Correia às maio 19, 2005 10:23 PM
Não sou analfabeto, mas não consegui ainda ler o documento. mais que não fosse, por esse motivo votaria não. mas que raio de palhaçada é este de querer fazer um referendo sobre um documento, não uma questão, que provavelmente 95% dos portugueses não leram nem virão a ler
Publicado por: A. Rodrigues às maio 19, 2005 11:13 PM
Sou pelo SIM a um amplo, honesto, esclarecedor e imprescindível debate sobre o Tratado da Constituição Europeia.
Sou e serei sempre a favor de uma utilização correcta da língua portuguesa.
Seria um sinal muito positivo não se confundir a conjunção subordinada causal "porque" com o adjunto adverbial de causa "por que".
Publicado por: Manuela Magno às maio 20, 2005 01:18 AM
Porque não?
Certamente que existem muitas e fundamentadas razões para em consciência se dizer "Não" a uma Constituição Europeia. Mas penso que apenas uma responderá globalmente á sua questão.
O que está em causa não é algo de que amanhã nos possamos arrepender, querendo voltar atráz, dizendo "pronto, agora já não vale". Não é o mesmo, por exemplo de querermos sair da NATO! Em tal circunstância, por mais brado que desse em termos politicos, etc, essa atitude decorreria de forma pacifica. Mas, depois de aderir, será quase impossivel retroceder. Será hipotecar em definitivo Portugal e os portugueses, primeiro que tudo aos interesses da Europa (entidade abstrata que ninguém conhece, nem viu). Não pensem os mais ingénuos que prevalecerá o "bom senso". Não há bom senso, o que há são "interesses" e esses certamente que não são os nossos, país periférico, com pouco peso e que em termos de política europeia será situado apenas "no eixo Ibérico" do qual sabemos que a Espanha será lider.
De forma gradativa seremos absorvidos pois sequer poderemos opormo-nos eficazmente à Espanha, que entretanto, nos vem colonizando económicamente.
Quando em Portugal, os portugueses e depois os politicos acordarem, será tarde e práticamente impossível reverter a situação, pois será essa mesma Europa que em nome da estabilidade não exitará em esmagar, por qualquer via, quem ameaçe quebrar a sua integridade. O perigo é real e portanto a atitude patrótica e consciente é dizer "NÃO".
Publicado por: LuisdoBrasil às maio 20, 2005 01:54 AM
Antes de qualquer iniciativa de debate é absolutamente necessário arranjar forma de proporcionar ao maior número possível de portugueses um texto resumido (mas não deturpado!) do projecto de Constituição.
Sem isto, pode haver adesão a pessoas ou a aspectos muito parcelares da questão mas nunca haverá um esclarecimento mínimo que permita votar em consciência.
Se isto não for possível, há ainda um ponto a discutir que tem carácter prévio sobre a questão de fundo, e é este:
Que consequências tem, para o projecto Europa, um possível repúdio desta Constituição?
No meu caso particular, com o pouco esclarecimento que tenho, apetece-me (por causa de alguns aspectos muito parcelares que já apreciei) mandar este projecto de Constituição às urtigas e esperar que façam outro melhor!
Mas... e se negar o projecto de Constituição implicar o descalabro do projecto de Europa? de qualquer Europa?
Será mesmo?
Esclareçam-me por favor.
Publicado por: Arlindo Penedo às maio 20, 2005 04:54 PM
Constituição Europeia? Para quê?
Para dar emprego aos mesmos?
Fará com que tenhamos um salário minimo europeu?
Fará com que os preços desçam?
O que é que importa a quem ganha, marido e mulher 1200 € por mês? Com 2 filhos!!!
QUANTO SE GASTA EM LEITE POR DIA?
E EM CARNE? E PEIXE?
jÁ PENSARAM NISTO? E OS IMPOSTOS AGORA VÃO AUMENTAR?
CERTO É QUE IREMOS FICAR SEM A NOSSA CASINHA, SE ISTO CONTINUAR ASSIM.
TEMOS QUE TER AJUDA. NÃO A DAR. MAS A PAGAREM-NOS AQUILO QUE MERECEMOS. COMO OS ESPANHÓS PAGAM. COMO OS FRANCESES. COMO OS IRLANDESES,ETC.
A SEGUIR PODEMOS FALAR EM CONSTITUIÇÃO EUROPEIA.
QUEM NOS DEFENSE? O POVO? O HOMEM COMUM. AQUELE QUE TEM FILHINHOS. E GOSTA TAMBÉM DE LHES DAR COISAS.
IREMOS SOBREVIVER?
jAIME
Publicado por: Jaim às maio 20, 2005 05:40 PM
voto contra a constituição europria porque portugal está a perder abruptamente a sua soberania e a sua identidade. assim como é discutível a vantagem ou desvantagem da integração de portugal na comunidade europeia, quer sob o ponto de vista económico e social.
Publicado por: Alex às maio 21, 2005 08:08 PM
Parabéns ao JPP pela louvável iniciativa.
Eu, por mim, voto NÃO.
Voto não por várias razões, entre as quais:
Ninguém me perguntou se queria aderir à UE;
Ninguém ainda me mostrou a tal "Constituição";
Porque estou farto das leis europeias que atentam contra a minha (nossa) cultura: ele é o bacalhau salgado e seco ao sol que agora tem que ser embrulhado em plástico e metido no frigorífico, ele é a proibição da tardicional matança do porco, ele é a proibição de pescar "jaquinzinho", ele é a ruina da nossa agricultura, da nossa indústria, da nossa pesca,do nosso comércio tradiconal, etc., etc..
Voto NÃO porque não quero vender a minha alma nem a minha consciência, nem a minha História por muitos euros que me ofereçam.
Serão tudo razões mesquinhas, dir-me-ão. Mas são estas algumas das razões que os portugueses poderiam invocar se fossem seriamente esclarecidos e pensassem um pouco.
Publicado por: Lusitano às maio 22, 2005 02:06 AM
A europa é boa para quem ? Para os deputados do parlamento europeu? Claro que sim e para os chamados paises ricos também.
Para o comum do cidadão é que já tenho duvidas.
Quando os nossos salarios e as nossas regalias forem iguais aos nossos parceiros da europa,aí eu voto sim, agora é não e não e não.
Publicado por: Ademar :silva às maio 22, 2005 02:20 AM
Pacheco Pereira,
Felicito-o pela sua iniciativa corajosa da criaçao de um espaço de discussão sobre o tratado europeu.
Espero que ganhe dimensão e força para que a decisão seja baseada no conhecimento do que vamos votar e não apenas porque o partido tal e tal são a favor ou contra. O assunto e complexo e será uma oportunidade para todos ficarmos esclarecidos.
Neste momento e conhecendo muito pouco sobre o assunto o meu voto é NAO.
Tenho a sensação que os governos europeus, em geral, são meros executores de politicas solicitadas pelos grandes interesses económicos como,por exemplo,resolver o desemprego resultante do fecho e deslocalização de empresas. Restam como grandes iniciativas dos politicos a legalização dos casamentos dos homosexuais,a despenalização do aborto e outros assuntos laterais quando comparados com o essencial da questão politica e social.O poder politico esta submetido ao poder económico e confunde a satisfação de accionistas de multinacionais com o bem-estar do povo.
Este tratado parece ir no mesmo sentido. O tipo de sociedade que está a ser planeado nos gabinetes de bruxelas (ou será nos CA das volkswagen, bayer,etc.?) não e compreendido pelo povo.
O resultado dos referendos em França e na Holanda serão decisivos para se compreender esta questão. São paises fundadores da UE e com eleitores esclarecidos. Seria conveniente verificar as condições em que se irão realizar estes referendos.
Isto nao vai ficar por este blog.Contamos consigo.
Publicado por: J.Prata às maio 22, 2005 01:19 PM
Exms. Sr.s
Admitindo alguma falta de conhecimento sobre este assunto, gostaria de saber se e onde será possível ler o tratado uma vez que para poder formular uma opinião como cidadã, gostaria que fosse a partir do documento e não a partir da opinião (por muito legítima que seja)de terceiros (contra ou a favor).
MSantos
Publicado por: Maria Santos às maio 22, 2005 08:11 PM
Há aqui mesmo, no SitioDoNão, dois posts (um de dia 18, outro de ontem) onde é encaminhada para o texto da Constituição Europeia.
Publicado por: sinaleiro às maio 22, 2005 09:40 PM
Olà amigos!
Eu sou Françês e os meus pais são Portuguêses que fugiram o païs no tempo de salazar. Então eu sei muito bem o que é imigração.
O dïa 29 de maio votei NÃO a esta Constitução, e tambem fizeram muitos Françêses.
E muito importante que você comprehende bêm o messagem que nos gritaramos.
Por favor deslige a televisão e escuta o messagem verdadero :
NÃO QUEREOMOS DUMA EUROPA ULTRACAPITALISTA A DESPESA DO POVO!
Nos sabemos que o vosso païs tirou muito da Europa, com o diheiro investido
nas estradas, na agricultura et tudo...
Mas, o que você não comprehendo é que essa Europa vai fazer de você a mesma coisa que em França. Escuta-là : nos somos um païs onde os preços estam os mais cäros (com a Inglaterra e a Alemania).
Acqui não se encontra trabalho; eu por exemple tenho estudindo quatro anos em universidade : dois anos em inglês e dois anos em computadores com experiença professionale. E sô encontro trabalhinhos que não pagam. Aqui temos mais de 20% da pupulaçao activa que nao pode encontrar trabalho, o que foi licenciada. Também trabalhei por P&O Ferries, mas eles fecharam porque
os actionarios quizeram mais de 12% in investment return, dexando 54 pessoas
na rua na minha cidade Cherbourg.
O que quero dizer e que nos païses os mais ricos da Europa encontra mais pesoas pobras.
Em França, os governamentos sucessivos dos dez anos passados, de esquierda o dereita, aplicaram uma polïtica liberale, destruindo pequeno à pequeno os nos systema de solidaridade. Acqui os ricos estão farto da segurânçia sociale, dos servicios publicos.
Se você fala francês, pergunta google por RAOUL MARC JENNAR, que e um especialiste da Europe e do Direito commercial internaçional.
O que queremos, povo da Europe, e uma Europa capitalista ok, mas tambem sociale, que reconhece verdadeiramente os servicios publicos, e o direito do povo de ter accesso a educação, saùde, ajuda et solidaridade.
coma esta escrita num appendix a constitução : se 20% dos païs rejeitam o Tratado, eles serão obgigado a modifiar o texte.
VOTA NÃO PARA ESTA CONSITUçAO SE VOCÊ GOSTAM DA EUROPA!
Publicado por: PaST3k às junho 5, 2005 02:20 PM