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maio 31, 2005

GRANDE PLANO - DEBATE NA SIC NOTÍCIAS SOBRE A CONSTITUIÇÃO EUROPEIA - HOJE ÀS 22.30

“Grande Plano” apresentado pela jornalista Conceição Lino, com José Pacheco Pereira, Jorge Miranda, Guilherme D´ Oliveira Martins, Paulo Almeida Sande e Teresa de Sousa (em príncipio).

Publicado por JPP às maio 31, 2005 04:40 PM

Comentários

A não perder pois claro! Por estranho que pareça há mais e boas razões para votar NÃO do que votar SIM.É que votar NÃO, sempre se pode discutir e alterar o que está mal; o SIM não passa de uma fuga para o precipicio.

Publicado por: Paulo ( Blog Nova Vida) às maio 31, 2005 06:39 PM

Pacheco Pereira e Jorge Miranda pelo Não, Oliveira Martins, Paulo Sande e Teresa de Sousa pelo Sim. Bom, o Não estará em minoria...

Alguns analistas políticos e jornalistas têm uma adoração pela "Europa", quase como a dos jornalistas católicos da Renascença pelo Papa. Eu acho isto muito intrigante. Veja-se o caso de Teresa de Sousa, por exemplo, ou da maioria dos correspondentes em Bruxelas. São completamente subservientes à UE, mesmo que involuntáriamente. Porquê?

Como é possível conhecer tanto do funcionamento das instituições europeias, como presumo que eles conhecem, e gostar tanto "daquilo"?? Eu tenho algum "inside knowledge" e posso dizer que quanto mais informação recolhi, mais cresceu o meu eurocepticismo. Compreendo perfeitamente porque é que os britânicos são tão hostis a Bruxelas e acusam as instituições europeias de serem um antro de burocracia e corrupção. Têm toda a razão.

Publicado por: Sekhmet às maio 31, 2005 07:05 PM

EU CONSTITUTION IS DEAD, SAYS KINNOCK Former EU Commission Vice President Neil Kinnock said Tuesday that France had killed the EU constitution in its referendum. Asked if the constitution was dead as a result of Sunday's vote, Kinnock replied: «I have no doubt at all about that. «Referendums produce results and results have got to be lived with and any impression given that somehow the result of the referendum in France or maybe tomorrow in the Netherlands can be set aside ... is mistaken,» Kinnock told the BBC. Tony Blair said Monday it was too early to tell whether France's rejection of a proposed EU constitution would spare Britain from having a similar vote. Jack Straw indicated Britain would wait a week _after the Netherlands holds its referendum Wednesday_ to announce plans on its vote. Nine countries have approved the text. Blair will likely wait until after the Dutch referendum to formally cancel the British plebiscite, said Alasdair Murray, an analyst with the Center for European Reform. «The current constitution is dead,» Murray said. «It's going to fall on the United Kingdom to do quite a lot of organization and set up periods of reflection on what happens next.» Murray said EU countries would have to reflect on what he called the «disconnect between voters and the European project.» «The EU has catastrophically failed over the last 10 years to communicate its purpose effectively,» he added.

Publicado por: manuel Azevedo às maio 31, 2005 07:28 PM

Não sou jurista nem tenho pretensões a discutir com esta profundidade a denominada Constituição Europeia.
Possuo porém, algum bom senso e este diz-me que uma boa vizinhança é o melhor que se pode possuir:
falta-me o arroz, vou a casa do vizinho e peço-lhe algum; o vizinho vem a minha casa pedir um pouco de açúcar.
Quero com isto dizer que tratados, e acordos podem ser, e são de certeza, extremamente importantes para o desenvolvimento de qualquer país; tratados comerciais são fundamentais para o desenvolvimento económico;
mas cada um na sua casa, que deve poder ser gerida por quem lá habita.
Se os vizinhos ultrapassam a mera ajuda recíproca e vão viver todos na mesma casa, zangam-se antes de darem por isso e lá se vão as ajudas e apoios recíprocos...

Publicado por: xelb às junho 1, 2005 12:10 AM

Confesso que me sinto um pouco perplexo pela atitude da generalidade da comunicação social em relação à opção NÃO no referendo à Constituição Europeia. No que me diz respeito - que não sou jornalista - a forma acintosa e tendenciosa como os profissionais dos media têm tratado esta questão demonstra uma subserviência a um ideário e a uma causa que pura e simplesmente não existem. No que me diz respeito, quero agradecer pessoalmente ao Dr. Pacheco Pereira, pois se há 6 meses ou 1 ano me sentia muito desconfortável em relação à existência de uma Constituição Europeia, hoje não tenho quaisquer dúvidas de que esta é uma péssima alternativa à construção europeia. E eu não preciso de ir mais longe – nem sequer de ler o texto a referendar – pois o meu problema é ideológico e político: não concebo a necessidade de uma Constituição para a Europa de que precisamos. O debate de ontem, realizado na SIC Notícias, mais uma vez veio demonstrar a preferência pérfida dos jornalistas pelo SIM, desde logo pelo facto do NÃO estar em minoria, mas também pela forma deselegante como a jornalista tratou o Prof. Jorge Miranda, interrompendo sistematicamente os seus raciocínios. Alguém explique a estes senhores que a atitude mais digna de um europeísta convicto é votar NÃO!

Publicado por: Fernando Vasconcelos às junho 1, 2005 09:55 AM

Leiam este artigo sobre as razoes do nao. Expresso do Sabado antes do referendo francês, por Daniel Ribeiro:

Votar ‘não’ com paixão e com medo

SEJA qual for o resultado do referendo de amanhã, a França vai sair desta campanha como um dos países mais singulares da União Europeia. Os debates entre os campos do «sim» e do «não» ao Tratado Constitucional europeu foram de tal forma empolgantes que o país sairá certamente com uma imagem reforçada desta batalha decisiva para o futuro da Europa, apesar de, com o seu voto, poder fazê-la cair num período de grande incerteza. Os franceses, que pareciam desinteressados da política, acordaram e envolveram-se apaixonadamente na batalha europeia. Eles adoram que todo o mundo siga as suas querelas políticas de fundo e, nesta longa campanha, ficaram bem servidos. As polémicas ultrapassaram os «media» e atravessaram os lares, dividiram famílias, foram motivo de discussões apaixonadas nos cafés e nos cabeleireiros, em todo o lado.

Cada eleitor recebeu pelo correio um exemplar do projecto do Tratado e todos acabaram por ter uma opinião mais ou menos convicta sobre os grandes temas que dominaram a contenda. O «liberalismo» imperou em todos os debates, porque corresponde às principais preocupações que atingem os gauleses, sobretudo o pavor do desemprego que, desde há anos, destrói a vida de mais de 10% da população activa. Os defensores do «não» colocaram desde o início o acento nesta «chaga», acertaram na «mouche» e fizeram subir a sua percentagem nas sondagens. O alegado liberalismo da Constituição Europeia foi acusado de favorecer a «insegurança social», através do «dumping social» e das deslocalizações de empresas, que são verdadeiros fantasmas para os trabalhadores franceses. A desconfiança instalou-se porque, em plena campanha, as notícias ajudaram: um dia, um presidente de uma Câmara de uma vila da costa atlântica foi denunciado por ter contratado uma empresa checa, com trabalhadores checos pagos segundo a grelha salarial do seu país, para reconstruir a sala de festas da localidade; noutro, descobriu-se que, no Sudoeste, uma centena de portugueses trabalhava para uma filial do grupo France Telecom com o mesmo tipo de contratos (portugueses) de trabalho; noutro ainda, soube-se que um patrão francês do Leste do país tinha proposto a nove dos seus empregados «deslocalizá-los» para a Roménia com um vencimento de 110 euros por mês...

«É incrível que tenha sido este tipo de notícias que fez subir o ‘não’, porque os casos são insignificantes tendo em conta que há muito mais franceses a trabalhar no estrangeiro do que os atingidos, em França, pelo ‘dumping social’», comentou Stéphane Fouks, especialista em «marketing». O «não» beneficiou igualmente de uma possível ameaça aos serviços públicos que, com a Constituição, passariam a ser regidos pelas leis da concorrência do mercado. Os franceses têm grande orgulho nos seus serviços públicos e no seu sistema de Estado-providência e, geralmente, reagem de forma violenta quando ouvem falar, mesmo que vagamente, em eventuais privatizações nestes sectores.

A questão dos níveis dos salários e das prestações sociais é igualmente explosiva, num país que perdeu grande poder de compra nos últimos anos. Muitos franceses, temendo que a Constituição favoreça o nivelamento por baixo nestes domínios, aderiram aos argumentos do «não», cujos líderes denunciaram a perspectiva da França vir a ser impedida, a curto ou médio prazo, de agir de forma autónoma no domínio social.

Descontentes com o Governo, acusado de ter agudizado o desemprego e a pobreza e de se deixar submeter aos «eurocratas de Bruxelas», os eleitores franceses pareciam igualmente, nos últimos dias, querer sancioná-lo amanhã - rejeitando a Constituição Europeia. Com a vitória do «não» prevista pelas últimas 11 sondagens, os gauleses também quererão dizer «não» ao Executivo de Jean-Pierre Raffarin.

Publicado por: francês às junho 1, 2005 10:08 AM

J.P.P.
Não sou propriamente um analfabeto(sou licenciado)e não consegui aperceber-me das qualidades ou defeitos do Tratado, que muitos politicos chamam de Constituição(va la saber-se porquê?).
Tenho aqui e ali algumas objecções que não chegam para dizer "NÃO" convictamente.Por isso parece-me primordial,que se faça o que o Sr. ja esta a fazer, ou seja um argumentário.É essa a função de quem tem responsabilidades.
Vi com muito agrado a atrapalhação no programa"grande plano" de ontem de quem defende o sim sem saber muito bem porquê.Acho tambem que deveria bater-se por um referendo isolado,agora que o dito não parece ter tanta urgencia.
Obrigado

Publicado por: rui huet viana jorge às junho 1, 2005 10:25 AM

Vi e, como gravei, revi o programa "Grande Plano" de ontem e,Céus, morri!!!!

Onde está o Pacheco Pereira inteligente e lúcido!!????

Não vou alongar-me, basta um exemplo!!

Deprimido e desolado com a figura "Solana" (que, aliás descreveu muito bem) QUER QUE CONTINUE A EXISTIR ESSA MESMA FIGURA!!!!! Com o seu "não" defende o que está!

Pacheco Pereira, todos os seus argumentos foram ditos e desditos por si.

Não nos bastava os políticos com as suas "trapalhadas", temos agora também os "intelectuais". ..."pobre país"....

Isabel Moreira

Publicado por: Isabel Moreira às junho 1, 2005 10:49 AM

Peço desculpa a Joaquim de Matos por usar alguns excertos do seu trabalho sobre Antero de Quental, mas creio que são úteis para a reflexão que há a fazer por todos nós:

“Na história das nossas letras, encontramos, entre os pensadores mais conscientes e mais preocupados, a chamada de atenção para a mudança da mentalidade portuguesa, como uma necessidade inadiável. Mas esta chamada de atenção tem passado desapercebida, ou então tem provocado desvios da matriz semântica desse apelo. E estes desvios têm sido provocados por razões étnicas, por razões políticas ou por ignorância. A alteração da mentalidade não põe em causa a especificidade do povo português, ou uma possível paideia portuguesa, defendida por António Quadros, nem implica uma absorção da nossa etnia por qualquer cultura estrangeira. Nem tão pouco pode servir de cobertura à importação ou imposição de qualquer ideologia, pois estas podem acontecer, substituindo o recheio da memória sem mexer com os comportamentos mentais. A mentalidade, que tem sido motivo de apelos angustiantes, tem a ver, precisamente, com os comportamentos mentais: com o estatismo genérico dos portugueses, isto é, com o seu passivismo mental, com a ausência de crítica reflexiva, com a generalizada utilização de conhecimentos modelados por institucionalização ou tradições. Quaisquer que sejam os valores que poderão conceptualizar um povo e que, respeitando-os, o poderão tornar maior e consequentemente menos carente, material e espiritualmente, a atitude dinâmica mental é que é requerida, como imprescindivelmente necessária, ainda que não suficiente. O estímulo para tal atitude, tanto pode partir do nosso espaço geográfico como do estrangeiro, sem que, partindo de um ou de outro lado, signifique que passemos a ser mais ou menos portugueses.
(….)
A mudança de uma mentalidade, estimulada por uma necessidade evidente, passa pela educação, pela cultura, pelo poder político, sem esquecer que a sua possibilidade está dependente da adesão voluntária do indivíduo, sem imposição, sem dogmatismos massificantes. A mudança tem de ser sentida como necessária para ser aceite, isto é, tem de ser desejada.
(…)
Uma mutação, ou mudança, implica ruptura. Antero provoca, de facto, essa ruptura? Essa ruptura é embrionariamente nacional? Essa ruptura admite uma análise conceptual? A ruptura, como é sabido, implica o desabamento de uma estabilidade aceite e cultivada, a perda das referências judicativas, o surto do fragmentário, do diverso, da mobilidade dialéctica, da substituição das certezas pelas probabilidades, da estagnação pelas iniciativas.
(…)
A mentalidade de um povo não se pode medir pelos valores de ponta desse povo. Terá de ser analisada a nível das suas vertentes qualitativamente e quantitativamente significativas, que são: a política, a educação, a economia, a finança e a cultura. E esta análise obriga a uma passagem comparativa por outros estados. Não podemos, orgulhosamente sós, medir a nossa mentalidade. Estamos em Portugal, mas também estamos na Europa, e também estamos no mundo. Isto significa que a curto prazo teremos de ser mais Europa e a médio ou a longo prazo mais mundo. E significa ainda, do nosso ponto de vista, que teremos de ser, nesta escalada, cada vez mais portugueses. Uma coisa é a mudança da mentalidade, repetimos, e outra é a definição e o fortalecimento da nossa identidade. Seremos mais Europa e mais mundo, quanto mais portugueses formos. Mas isto passa pela tal mudança de mentalidade.
(…)
A mutação da mentalidade portuguesa terá de passar forçosamente pelo poder. E esse poder só poderá ser eficaz se decorrer de uma verdadeira democracia, isto é, capaz de criar apetências na população, o sentido de autonomia, que exige o hábito de espírito crítico.
(…)
A Renascença Portuguesa lutou pela identidade do povo português, expurgando-a de todos os seus males atrofiantes e refrescando-a com as directrizes históricas do seu tempo. Isto é, o futuro e o progresso estavam nas suas preocupações sem prescindirem das características tradicionais próximas e remotas que definem a natureza do português, nas suas sensibilidades, nos seus sentimentos e nas suas potencialidades. Em termos simples, tínhamos de exercitar as pernas, musculá-las, mas as pernas teriam de ser as nossas, pois não podemos andar com as pernas dos outros.”


Como a mentalidade não muda, o poder não quer e não permite a autonomia e o espírito critico dos Portugueses, inclusive na validação do tratado, não me parece que seja útil e responsável a aprovação do presente tratado, pois independentemente do seu resultado e não efectuando nós, todos nós, as mudanças que precisamos, não seremos nada ou pouco mais que insignificantes no contexto de uma Europa alargada e competitiva. Não seremos mais do que os pedintes do canto Ocidental da Europa, pois só aparentemente só nos ouvem quando precisam do nosso voto para algo, e ouvem para saber quanto queremos (em subsídios para isto e para aquilo) para darmos o nosso voto. Resumindo, o problema de Portugal não está na sua localização geográfica, no seu clima nem na sua dimensão, está em todos nós. Também por isso, não vale a pena votar Sim. E não tenham receio pois a Europa continuará a existir, com alterações, mas continuará a existir. E quem sabe se não viremos a agradecer à França, pelo seu Não.

Publicado por: Antonio Pinheiro Lopes às junho 1, 2005 11:05 AM

O debate foi pessimamente conduzido. Os defensores do "não" mal se conseguiam sobrepor à verborreia de Teresa de Sousa. A moderadora não moderou, não permitiu o exercício do contraditório relativamente aos pontos de vista proclamados pelos defensores do "sim", não distribuiu os contributos dos participantes de forma minimammente equitativa. O Prof. Jorge Miranda, cujos esclarecimentos seriam, a meu ver, vitais no que se refere a esta matéria, não viu reunidas as condições mínimas para poder intervir. Seria possível pedir-lhe que colaborasse aqui, no sitiodonao?
Obrigada

Publicado por: micas às junho 1, 2005 11:23 AM

O debate foi pessimamente conduzido. Os defensores do "não" mal se conseguiam sobrepor à verborreia de Teresa de Sousa. A moderadora não moderou, não permitiu o exercício do contraditório relativamente aos pontos de vista proclamados pelos defensores do "sim", não distribuiu os contributos dos participantes de forma minimammente equitativa. O Prof. Jorge Miranda, cujos esclarecimentos seriam, a meu ver, vitais no que se refere a esta matéria, não viu reunidas as condições mínimas para poder intervir. Seria possível pedir-lhe que colaborasse aqui, no sitiodonao?

Publicado por: micas às junho 1, 2005 11:24 AM

Não será um bocado distorcedor que o «não» tenha sido representado por dois cidadãos de centro-direita?

Publicado por: Ricardo Alves às junho 1, 2005 12:28 PM

Por mais estranho e contraditório que possa parecer, mesmo em democracia é preciso coragem para ir contra a corrente, para falar contra a maioria, para em suma para dizer NÃO. Não posso por isso deixar de elogiar, e agradecer como portuguesa, o papel que o Dr. Pacheco Pereira tem tido na questão do referendo ao Tratado de uma Constituição para a Europa.
Não acredito no determinismo histórico: são os povos que definem o seu caminho, não os ventos da história.
Nessa medida, a confirmar-se o autismo dos nossos dirigentes e da classe política em geral, parece-me que está na hora de organizar um movimento que congrege todos aqueles que se opõem à ratificação do Tratado da Constituição para a Europa e que estejam dispostos, como é o meu caso, a dar algum do seu tempo na divulgação e discussão públicas das razões - que são múltiplas - em defesa do NÂO à ratificação do Tratado.
Mas, ao invés do que poderá parecer, não deve ser um Movimento pelo NÃO, mas antes um Movimento pelo SIM: pelo SIM à Europa das Nações ou Estados e não à Europa das Federações, pelo SIM à independência (ou interdependência) e não à subserviência, pelo SIM à soberania e não à burocracia, pelo SIM aos valores e não aos interesses.

Publicado por: Teresa Melo Ribeiro às junho 1, 2005 04:02 PM

Falaram, falaram, falaram e não esclareceram nada.

Quais as vantagens? Quais as desvatagens? Qual o balanço?

Quem pediu esta "constituição"?

A isso só respondeu JPP. Ninguém.

Para mim é a nova tentativa imperialista dos Alemães. Desta vez é sem armas.

Publicado por: margarida às junho 1, 2005 04:31 PM

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