« O "NÃO" DE JORGE MIRANDA 3 | Entrada | O "SIM" DE VITAL MOREIRA »

maio 31, 2005

NOS JORNAIS DE 31 DE MAIO

Joana Amaral Dias, São loucos, estes gauleses,

Carlos Blanco de Morais, França mata Constituição europeia

António Martins da Cruz, Portugal e a desordem europeia


no Diário de Notícias.

Teresa de Sousa, Não minimizemos a crise europeia,

Vital Moreira, Sem rumo na tempestade,

no Público, 31/5/2005 (sem ligação).

João Marques de Almeida, O mal-estar da França, Diário Económico.

Serge July, Illusions en perdition, Liberation.


Polls point to a strong Dutch No
, EUObserver.

Europe lurches toward a period of crisis, International Herald Tribune.

Europe's shattered dream: Blair to challenge Chirac , Guardian.

Publicado por JPP às maio 31, 2005 12:20 AM

Comentários

Eu só gostava de saber, quais as alterações a introduzir no texto do tratado ou constituição (como queiram) que nos permitisse, então sim, votar SIM.

Publicado por: Vieira Pedro às maio 31, 2005 02:33 AM

Chamar a um documento elaborado por um indivíduo de uma corrente de opinião,constituição,só como acto de caracter absolutista é possível.Votar tal coisa é mesmo uma ofensa à integridade global das pessoas,por isso a querem juntar às
autárquicas.Quando defensores facciosos do sim invectivam o voto não do povo francês dobram a ofensa,atribuindo-lhe outra causa e negando o próprio direito de escolha.Absolutismo é o que
é.Um autêntico Absurdo

Publicado por: Carlos Abreu às maio 31, 2005 08:07 AM

A cada dia que passa uma nova coisa me causa espanto. E a última que me ocorreu é esta: não é absolutamente ademocrático (inventemos esta nova palavra) fazer estas votações sequenciais, em que o resultado de uma influencia a outra?

Ainda por cima, com este retoque, como dizer, calculista de deixar para o fim o Reino Unido, na esperança de que uma enfiada de ratificações bem sucedidas quebrasse a força dos eurocépticos britânicos na opinião pública.

Já sei que a UE não é um espaço político homogéneo como as nações (embora nestas também haja diferentes "densidades", digamos...)e que a construção europeia tem de ser altamente contraditória. Mas isto é demais: é aproveitar a mesma heterogeneidade para manipular (que palavra tão feia, devia evitar estas expressões fortes) a vontade soberana dos cidadãos.

Publicado por: Manuel Resende às maio 31, 2005 12:29 PM

E mais:

Esta sarilhada em que estamos, isto é, a possibilidade de anulação dos referendos em vários países (para quê andar a votar sobre um documento que nunca entrará em vigor), resulta precisamente do estranho mecanismo das ratificações sequenciais, umas parlamentares, outras referendárias, com um calendário calculado de forma a favorecer determinado resultado.

O tiro saiu pela culatra.

L'arroseur arrosé.

De qualquer forma, uma anulação dos referendos seria sempre uma expropriação da expressão democrática (mesmo que enviesada)e a clara manifestação do que querem elites sem nível.

Pronto, agora calo-me.

Publicado por: Manuel Resende às maio 31, 2005 12:35 PM

Para contribuir com o site te dou "de graça" um link a um artigo de opinião do João Pereira Coutinho no Folha de Sao Paulo: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u13.shtml
A favor do não e tudo, como tu gostas...

Publicado por: Rui Fernandes às maio 31, 2005 05:21 PM

Comente




Recordar-me?